Ribons, ribbons, e mais ribbons… E como seleccionar…

UINOU ribbons

Ribbons, ribbons, e mais ribbons…

Porquê tanta variedade? E como seleccionar…

Então, conforme falamos no nosso artigo sobre térmico directo e térmico transferência, uma das formas de impressão térmica é por meio de utilização de ribbons.

                                                                                                                           Mas o que são afinal ribbons?

Ribbons ou “Fitas de transferência” mais não são que uma fita de “plástico” e que no processo de fabricação lhe foi aplicado um material para fazer a impressão térmica por transferência, nos diversos materiais que temos disponíveis, como sejam: etiquetas de papel, etiquetas de polietileno, etiquetas de polipropileno, etiquetas de poliéster, etiquetas de cetim, etiquetas de poliamida, bom, as variedades de materiais disponíveis no mercado são imensas….

O que sucede então é que é fundamental utilizarmos o ribbon correcto para o material que estamos a imprimir e ainda para que a qualidade/especificação desejada seja a que vamos ter na realização do nosso produto final. Vejamos o seguinte, para efectuar a impressão de uma etiqueta de polipropileno poderemos utilizar um ribbon de mistura, ou de um ribbon resina. Assim à primeira vista e a olho nú, o resultado é o mesmo, no entanto depois no terreno e mediante os factores a que a etiquetas estará exposta a durabilidade de impressão não será a mesma.

Dito isto que tipos de ribbons ou grandes grupos de ribbons poderemos ter?

Este é um resumo muito simplista do que poderemos utilizar:

  • Cera (wax) para impressão etiquetas de papel (branco mate, branco meio brilho, branco brilho)
  • Mistura (wax/resin) para impressão em papel e materiais especiais (polipropilenos, poliésteres, PET, artydel, etc)
  • Resina (resin) para impressão em materiais especiais (polipropilenos, poliésteres, PET, artydel, etc)
  • Resina têxtil (textile) para impressão em etiquetas de composição têxtil e resistência a lavagens (poliamida, cetim, poliéster, TPU transparente)

                                                                                                                                               Conclusão

Em resumo ficamos assim mais informados sobre o tipo de de ribobns que existem, e que poderemos utilizar. Será apenas isto o suficiente para escolher o nosso ribbon? Quase, falta ainda saber que tipo de impressora vamos utilizar, que tipo de cabeça de impressão tem, se a tinta está do lado de dentro ou do lado de fora, qual a capacidade em metros máxima que a mesma admite, tipo de canudo interno/encaixe, etc. Mas para total detalhe e aconselhamento na compra pois seria impossível entrar aqui em detalhe todos os cenários e variáveis possíveis, se preferir poderá nos contactar, e teremos todo o gosto em fazer uma análise conjunta para melhor o aconselhar.

Compre com confiança e segurança pois a nossa empresa disponibiliza serviço técnico experimente e especializado em hardware e software. Além disso, o nosso nível de serviço assegura um tempo de resposta imediato a qualquer solicitação.

Assim, não hesite em solicitar ajuda de um especialista da UINOU para que possa saber mais sobre o produto.

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Impressoras há muitas… qual escolher? desktop, semi-industrial, ou industrial…

UINOU ARTIGO IMPRESSORAS

Pois é, a oferta no mercado é imensa,tornando difícil a escolha entre uma impressora desktop, impressora semi-industrial ou uma impressora industrial. Por vezes pode parecer confusa esta escolha, mas na realidade é muito simples. Poderemos pensar nas impressoras térmicas em 3 grandes grupos e tipicamente estas são as principais diferenças:

Impressoras desktop (ver aqui)

  • geralmente mais pequenas
  • preparadas para ambiente “office” mais estéticas
  • com menor capacidade de rolo interno e menor capacidade de ribbon
  • menor velocidade de impressão
  • acessórios e “features” adicionais mais limitados
  • adequadas para uma utilização não intensiva
  • construção em materiais plásticos
  • valor de aquisição menor

Impressoras semi-industriais (ver aqui)

  • são já uma classe de equipamentos quase industriais
  • uma impressora semi-Industrial é mais adequadas para ambiente mais exigente
  • com maior capacidade rolo interno e maior metragem de ribbon
  • maiores velocidades de impressão
  • melhor oferta de resoluções de impressão, acessórios, conectividade
  • adequadas a uma produção mais continuada, e maiores horas de funcionamento sem paragem
  • construção já muitas vezes em metal
  • maior valor de aquisição

Impressoras industriais (ver aqui)

  • equipamentos muito mais robustos
  • adequadas para ambientes exigentes como “chão de fábrica” mais preparadas para ambientes hostis (poeiras, humidades, manuseio intensivo)
  • com elevadas capacidades de rolo interno e maior metragem de ribbon para que as paragens durante a operação sejam mínimas
  • maiores velocidades de impressão
  • melhor oferta de resoluções de impressão, acessórios e conectividade: USB, Ethernet, WIFI, RS-232, etc.
  • adequadas a uma produção elevada, exigente, e sem paragens, horas de funcionamento sem paragem
  • Interface web para manutenção, assistência remota e “upload” de novos “firmwares”
  • construção em grande parte em metal
  • a sua construção facilita imenso a substituição de peças e assegura longevidade no que respeita a índice de reparabilidade
  • os fabricantes asseguram acesso a peças durante vários anos
  • maior valor de aquisição

Agora que já esclarecemos as diferenças entre os vários tipos de equipamentos, como seleccionamos o mais indicado para a nossa necessidade? Fácil… o que custa menos euros…. Sim, é mesmo isso, mas não esquecer o mais importante, que o valor dado pelo equipamento se possa converter o melhor possível em retorno para a sua actividade.

Então, qual escolher? Impressora desktop, impressora semi-industrial ou impressora Industrial? Bom, deverá levar em consideração os vários aspectos que necessita dar resposta:

  • Tipo de etiquetas a produzir, quantidade que necessita de imprimir por mês, por dia, ou até por hora em alguns casos.
  • Durabilidade que o equipamento virá a ter, pois uma máquina “low cost” pensada pelo fabricante para poucos milhares de etiquetas/mês vai ter um tempo de vida útil muito menor se for colocada sobre pressão com impressões de largos milhares de etiquetas.
  • Aspecto importante também, o desgaste prematuro dos componentes internos e da sua mecânica que poderá ser em alguns casos de plástico e noutros de metal.
  • Se uma paragem de produção é critica para a sua actividade, certamente irá preferir equipamentos com maior capacidade interna de rolo/ribbons, e com menor probabilidade de ter uma avaria. Sim, porque eventualmente qualquer sistema que funciona poderá algures no tempo falhar, e deverá ponderar optar por equipamentos mais “bulletproff”. Óbviamente, a UINOU assegura servico pós venda para os equipamentos que comercializa.

Porque não o queremos bombardear de informação neste artigo, e seria impossível entrar em detalhe com todos os cenários e variáveis que já dominamos, se preferir poderá nos contactar, e teremos todo o gosto em fazer uma análise conjunta para melhor o aconselhar.

Compre com confiança e segurança pois a nossa empresa disponibiliza serviço técnico experimente e especializado em hardware e software. Além disso, o nosso nível de serviço assegura um tempo de resposta imediato a qualquer solicitação.

Assim, não hesite em solicitar ajuda de um especialista da UINOU para que possa saber mais sobre o produto.

Térmico directo ou Térmico transferência? Como escolher

UINOU Directo vs Transferência

Esta é uma questão que os nossos clientes nos colocam frequentemente, e muito bem: “Necessito de etiquetar os meus artigos de forma rápida eficaz e económica, mas qual a tecnologia mais indicada?”

A impressão térmica existe já há vários anos e é uma forma muito eficiente de identificar os seus artigos, mas existem 2 mêtodos que deverá avaliar: Impressão térmica directa ou impressão térmica por transferência. Basicamente o principio de funcionamento é o mesmo, comandada por um software especializado a impressora irá com a sua cabeça de impressão térmica fazer uso calor controlado “pixel a pixel” para compor a mensagem (palavras, gráficos, preços etc) na etiqueta.

Na impressão térmica directa, a impressora irá “queimar” directamente a informação no papel de etiqueta (semelhante aos talões de POS ou multibanco), enquanto que na transferência térmica a impressora irá “estampar” a etiqueta com uma determinada tinta que está suportada no que chamamos ribbon.

A impressão térmica directa utiliza etiquetas de material sensível ao calor tratada quimicamente que escurece quando passa sob a cabeça de impressão térmica, enquanto que a impressão por transferência térmica usa utiliza ribbons para produzir imagens mais duradouras e poderá utilizar uma ampla variedade de materiais (polipropilenos, poliésteres, PET, artydel, poliamida, cetim, poliéster, TPU transparente).

As duas opções tem lugar e aplicações no mercado, e forçosamente cada uma terá as suas vantagens bem como limitações. Para melhor o ajudarmos poderá solicitar o nosso contacto e um colega especializado terá todo o gosto em esclarecer.

Entretanto, poderá observar a seguinte tabela comparativa:

 

Térmico Transferência

Térmico Directo

Melhor para

  • Aplicações de longo prazo
  • Maior durabilidade da impressão
  • Aplicações a curto-prazo ou de uma só utilização

Ambiente

  • Industrial
  • Espaços interiores ou exteriores
  • Temperaturas extremas
  • Exposição aos meios
  • Sem exposição ao calor, longos períodos de luz solar directa e desgaste
  • Apenas espaços interiores
  • Temperaturas controladas

Ideal para

  • Identificação de produtos
  • Etiquetagem de produtos
  • Identificação de inventário
  • Etiquetas certificação UL/CSA
  • Espécimes de laboratório 
  • Armazenamento de produtos congelados
  • Aplicação de etiquetas no exterior
  • Monitorização de placas de circuitos 
  • Identificação permanente
  • Etiquetas de transporte
  • Rótulos de conformidade
  • Recibos
  • Bilhetes
  • Pulseiras de pacientes
  • Cupões
  • Bilhetes de eventos
  • Citação
  • Bilhetes de estacionamento
  • Chapas de identificação
  • Passes de visitante

Como funciona

  • Utiliza ribbons, e cabeças de impressão
  • Ribbons de varias qualidades: cera, mistura, resina, resinas textil, resinas especiais. O calor derrete a tinta do ribbon e assim transfere a tinta para a etiqueta
  • Não utiliza ribbons, mas utiliza cabeças de impressão
  • Papel químicamente tratado, sensível ao calor passa por de baixo da cabeça de impressão. O calor queima as imagens diretamente na etiqueta.

Benefícios

Qualidade de impressão superior

  • Preciso, texto com alta-definição, gráficos, e códigos de barras
  • Etiquetas de alta qualidade
  • Consistente, images fiáveis em todas as etiquetas
  • Variedade de papel, poliéster e polipropileno quase ilimitada

Legibilidade máxima

  • Etiquetas de longa duração
  • Excelente definição
  • Resistente a calor e humidade 
  • Imagens não desaparecem
  • Códigos de barras 1D e 2D

Baixos custos operacionais

  • Cabeças de impressão durão mais
  • Regra geral as impressoras duram mais
  • Custos de manutenção a longo-prazo mínimos

Simples de usar

  • Imprime diretamente para a etiqueta 
  • Sem a necessidade de Ribbon, toner ou tinta
  • Principalmente usada em impressoras desktop

Boa legibilidade

  • Imagens com qualidade clara
  • Scan fácil
  • Etiquetas com longevidade suficiente para maior parte das utilizações de códigos de barras

Acessível

  • Custo de operação menor do que as máquinas de transferência térmica
  • Custos a longo-prazo menores devido à menor necessidade de substituição de consumíveis

Limitações

Custos maiores de abastecimento

  • É necessário mudar sistematicamente os ribbons
  • Necessario maior “know-how” para seleccionar correctamente os ribbons adequeados à finalidade

Maior custos de instalação

  • Investimento inicial é médio para o grande

Sensível ao ambiente onde se encontra

  • Pode desaparecer com o tempo
  • Sobre-exposição a calor ou luz escurece o material, fazendo códigos de barras ilegíveis 
  • Não aguenta desgaste

Problemas de utilização

  • Etiquetas menos resistentes do que as feitas por térmico de transferência
  • Melhor para etiquetagem a curto-prazo
  • Não recomendado para identificações de longo-prazo
  • Legibilidade depende imensamente das condições de utilização

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